domingo, 27 de março de 2011

Ensinar exige liberdade, autoridade e tomada consciente de decisões.

Ainda há um problema entre a autoridade e a liberdade, muitos profissionais confundem liberdade com falta de limites, Paulo Freire, deixa claro que é preciso, que o educador haja com autoridade, justamente dando a liberdade com equilíbrio e limite.
O professor precisa estar disposto a ouvir, a dialogar, a fazer de suas aulas momentos de liberdade para falar, debater e ser aberto para compreender as opiniões de seus alunos.
A pedagogia da autonomia é sem duvida uma das grandes obras da humanidade em prol de uma educação que respeite todo o educando, e liberte o seu conhecimento.
O professor tem que ser pesquisador, pois não há ensino sem pesquisa. O mundo de hoje permite que sejamos livres. O adolescente precisa de liberdade ao decidir seu amanhã, ao escolher sua profissão, ao escolher o que comer, sobretudo para saber errar ou acertar.
Os pais não podem decidir sobre a vida do filho. A liberdade é importante nesse ponto, pois em confronto com os limites estabelecidos pela sociedade, influência e amadurece o ponto de vista do ser que está formando sua personalidade. O importante é que esses jovens, desde crianças aprendem a ter limites.
Ensinar é muito mais que transferir conhecimento, requer ética, respeito e dedicação. A pesquisa é fundamental para a educação pedagógica da autonomia, propõe a idéia de que é possível “transformar” através da educação.
Quando falamos em formas de intervenção, temos tanto à que aspira a mudanças radicais na sociedade, quanto à que, pelo contrário, pretende manter a ordem injusta, com discursos ideológicos da globalização procurando disfarçar que ela vem confirmando a riqueza de poucos.
A prática pedagógico-política autoritário transforma os alunos em agentes apassivadores, que não são desafiados a aprender, e nem estimulados a curiosidade crítica, o gosto da aventura, pois teimam em depositar neles a descrição do perfil dos conteúdos. Quando a pedagogia-política passa a ser aplicada sem a participação dos alunos, de forma que eles não saibam como pensar ou agir em relação à política, deixa de ser educação e passa a ser só política algo que se torna sem valor.
O educador precisar ser coerente, quando se diz que é progressista, deve-se dar liberdade com autonomia na medida certa. Sendo aquele que ensina, mas também aprende.
Tornar a educação neutra só seria possível se não houvesse discordância entre as pessoas em relação ao seu estilo de vida ou condição social, aos seus pensamentos e as atitudes políticas. Seria necessário que não existissem conflitos como a fome e a miséria e que todos de uma só maneira agissem para tentar minimizar esses problemas ou tratá-las como fatalidade do fim do século, assim a educação não seria uma forma política de intervenção no mundo ou o mundo em que ela se desse não fosse humano.
O que se pretende não é a neutralização da educação, mas sim o respeito pelo mesmo, a todo corpo docente por parte da administração publica ou privada devem lutar pelos seus direitos e não deixar que essa “massa poderosa, o opressor” tire o direito de reclamar por algo a seu favor.
Para um educador (a) consciente da impossibilidade da neutralização da educação a frase: “Se a educação não pode tudo, alguma coisa fundamental a educação pode”, representa um saber dentro si que jamais deve abandonar, pois, se a educação não é a chave da transformação social, não é reprodutora da ideologia dominante.
O professor (a) coerente que respeitas as diferenças sabe o seu valor para modificação da realidade e a sua presença no mundo. Tornando assim sua experiência na escola um momento importante e autenticamente vivido.
Bianca, Gabriele, Rayane e Vanessa.
G8



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