Blog da disciplina homônima do curso de Licenciatura em Química UESB de Jequié.
segunda-feira, 17 de outubro de 2011
Nobel de Química diz que ciências têm de estimular matemática
quinta-feira, 13 de outubro de 2011
Uso ilegal de gás pode ter provocado explosão no Rio
quinta-feira, 4 de agosto de 2011
Aldeido Fenol
Aldeido Fenol(*1920 +1974)
Filho bastardo da ligação covalente de um gás nobre e uma substância pura, que não soube usar a tabelinha periódica. Aldeido Fenol ficou conhecido por seu temperamento explosivo, já que costumava provocar reações eletrolíticas sempre que alguns maus elementos, ou metais da pesada, como o trio Bismuto(Bi), Irídio(Ir) e Tálio(Ti), discordavam dele.
Empresário de sucesso, era conhecido como o "rei da segunda via" por causa da enorme quantidade de complexos de carbono que vendia em escritórios e repartições. Mas com o advento da xerox, Aldeido foi à bancarrota e conheceu a miséria.
Em situação deplorável, teve que se sujeitar a tudo, tendo, inclusive, entregado seu anel benzênico a diversos elementos, como os famigerados Paládio(Pd), Molibdênio(Mo) e Cádmio(Cd), que não dispensaram a oportunidade de meter-lhe o Ferro(Fe). Comenta-se que até o Titânio Arnaldo Antunes e o eterno craque rubro-negro Zinco estiveram naquele Cu(Cobre). O contato com metais de transição, que jamais desejaram uma ligação estável, fizeram de nosso saudoso Fenol, uma figura insípida, inodora e incolor. Aldeido vivia na maior água.
No início dos anos 70, enveredou pelo caminho das drogas, cheirando polímeros e fazendo uso de um acido de alto teor PH que tirava todos os seus neutrons de órbita. Desempregado, nas CNTP vivia em estado sólido, mas mesmo duro, Aldeído não conseguia abandonar o vício, queimando suas parcas economias ao vender as suas últimas propriedades químicas.
Numa triste tarde de outubro, Aldeido foi preso e levado para uma cadeia molecular de segurança máxima. Lá recebeu a pressão de um vapor, que havia lhe adiantado uns compostos orgânicos. Depois de uma acalorada (+ ou- 360 Fahreinheit) discussão, o marginal partiu para a violência e, usando sua massa molecular, trucidou o pobre Aldeido Fenol, que não teve tempo nem para uma simples reação iônica.
domingo, 1 de maio de 2011
Planeta pode se recuperar de aquecimento em 40 mil anos
terça-feira, 29 de março de 2011
Cientistas criam água em pó!
Produto em pó pode ser útil na absorção de gases que causam o efeito estufa!
Cientistas da Universidade de Liverpool apresentaram hoje o que parece uma contradição, mas é um grande invento: a água seca. Cada molécula do produto contém a fórmula da água convencional (H20) revestida por uma camada sílica. No total, o produto é feito com 95% de água.
Segundo o Daily Mail, a invenção é capaz de absorver gases nocivos ao ar, o que poderia ser útil no retardamento aquecimento global. O pesquisador responsável pela água em pó também afirma que a descoberta acelera a reação entre hidrogênio e ácido málico, que cria um outro ácido muito usado na indústria farmacêutica.
Mas, afinal, do que se trata?
Os cientistas explicam que a substância ficou conhecida como água seca porque ela consiste em 95 por cento de água e, ainda assim, é um pó seco.
Cada partícula do pó contém uma gota de água cercada por sílica modificada – a sílica, ou óxido de silício, é o principal componente da areia de praia. O revestimento de sílica impede que as gotas de água se combinem e voltem a formar um líquido.O resultado é um pó fino, com propriedades que o tornam capaz de absorver grandes quantidades de gases, que se combinam quimicamente com as moléculas de água para formar o que os químicos chamam de hidrato.
Apesar de parecer estranha, a água seca, ou água em pó, não é algo novo. Na verdade, ela foi criada em laboratório em 1968, mas a dificuldade de fabricação manteve-a restrita a uma curiosidade científica. Em 2006, cientistas da Universidade de Hull, também no Reino Unido, resolveram estudar sua estrutura e chegaram até aqui.
E pra que ela serve, afinal?
Mas o pó brilhante, parecido com açúcar, parece promissor para uma série de outros usos. Por exemplo, na química verde, como um componente mais ambientalmente amigável para acelerar as reações químicas utilizadas para fabricar inúmeros produtos.
A técnica de fabricação da água em pó também poderá ser utilizada para acondicionar e transportar líquidos industriais perigosos, que poluem o meio ambiente e causam grandes transtornos quando acontecem acidentes com vagões e caminhões que os transportam.
“Não há nada parecido como ela,” disse Ben Carter, da Universidade de Liverpool, na Inglaterra, ao apresentar a água em pó durante a reunião da Sociedade Norte-Americana de Química. “Mas temos esperanças de ver a água seca fazendo grandes ondas no futuro.”
Publicado originalmente em 24/03/2011
Fonte: http://naoacredito.blog.br/2011/03/tecnologia-cientistas-criam-agua-em-po/
segunda-feira, 28 de março de 2011
As consequências de um acidente nuclear
Os raios gama são os mais perigosos. Atravessam o corpo e deformam as células, podendo levar a vários tipos de câncer. Este é o grande temor de quem vivia perto das usinas nucleares no Japão.
“Houve um colapso das comunicações, um colapso da área de transporte, das estradas, dos serviços públicos, então a remoção foi feita em condições difíceis, mas foi uma decisão acertada e feita no tempo certo, o que salvou várias vidas”, diz o engenheiro nuclear da COPPE UFRJ, Aquilino Senra.
A radiação – em casos de grande vazamento – pode contaminar a água, o solo, os animais, tudo o que é vivo. Se um animal come o pasto contaminado e depois comemos a carne desse animal, estamos trazendo a radiação para dentro do nosso corpo.
Ao explodirem, contaminam tudo em um raios de até 100 mil km quadrados e continuam matando por mais de 100 anos, nada que o homem constrói existe 100% de confiabilidade, qualquer local contaminado pode levar milhares de anos para se recompor.
“O iodo vai para a tiróide, daí se distribuir iodo em quantidade para as pessoas tomarem e saturar a absorção da tiróide, o iodo radioativo que vier da contaminação na entra mais”, explica o físico da COPPE UFRJ, Luiz Pinguelli Rosa.
Infelizmente as autoridades não divulgam a realidade de uma catástrofe como essa que está ocorrendo no Japão, abaixo imagens das consequências dos acidentes nucleares de Hiroshima a curto e longo prazo.
Acidente em Fukushima é nível 6 e prédio do reator 2 já não é hermético
O acidente nuclear na usina japonesa de Fukushima é de nível 6 (num total de 7) e a construção em torno do reator número 2 já não é hermética, anunciou nesta terça-feira a Autoridade Francesa de Segurança Nuclear (ASN).
“O fenômeno adquiriu um alcance muito diferente do de ontem (segunda-feira). Está claro que estamos num nível 6″, afirmou André Claude Lacoste, presidente da ASN (organismo independente).
Lacoste afirmou ainda que o prédio de contenção do reator número 2 de Fukushima também já não é hermético.
Na véspera, Lacoste afirmou que o acidente nuclear de Fukushima alcançou um nível de gravidade maior do que Three Mile Island, mas não chegou ao nível de Chernobil.
“É algo além de Three Mile Island (nível 5) sem alcançar Chernobil (nível 7). Estamos com toda certeza num nível intermediário, mas não se pode descartar que podemos chegar a um nível da catástrofe de Chernobil”, acrescentou.
No sábado, as autoridades japonesas anunciaram que o acidente na usina de Fukushima N°1 alcançou o nível 4 da escala de acontecimentos nucleares e radiológicos (INES), que tem seu máximo no nível 7.
Segundo esta escala, a catástrofe nuclear de Chernobil, ocorrida em abril de 1986, foi avaliada no nível 7, o mais alto jamais alcançado, definido como um “acidente maior, com um efeito estendido ao meio ambiente e à saúde”.
O nível 6, ou “acidente grave”, se refere a um “vazamento importante que pode exigir a aplicação integral de contramedidas previstas”, e o nível 5, um “acidente com vazamento limitado”.
Abaixo imagens das consequências dos acidentes nucleares de Hiroshima a curto e longo prazo.
A seguir você verá imagens que podem ser fortes para algumas pessoas, veja por sua conta e risco: para visualiza-las clique no botão MAIS INFORMAÇÕES logo abaixo:
domingo, 27 de março de 2011
Um ano inteiro de Química.

A ONU escolheu 2011 para celebrar o Ano Internacional da Química. Saiba o que vai ser feito no Brasil para comemorar a data e divulgar essa ciência.
A química pode até passar despercebida em nosso dia a dia, mas ela está presente em tudo ao nosso redor e, inclusive, em nós mesmos. Agora essa ciência ganha destaque especial: 2011 foi escolhido o Ano Internacional da Química (AIQ), lançado oficialmente no Brasil ontem (23/03) na Academia Brasileira de Ciências, no Rio de Janeiro.
A data, comemorada por todos os países membros da Organização das Nações Unidas (ONU), marca o centenário da concessão do Prêmio Nobel a Marie Sklodowska Curie, cientista polonesa que descobriu o rádio e o polônio. Em todo o mundo serão realizadas iniciativas com o objetivo de celebrar as grandes descobertas da química e divulgar a sua importância, principalmente entre os jovens.
No Brasil, o AIQ ganhou o slogan ‘Química para um Mundo Melhor’ e é coordenado pela Sociedade Brasileira de Química (SBQ). Segundo o presidente da instituição, o químico Cesar Zucco, um dos principais objetivos do evento é mostrar que essa ciência é parte do nosso cotidiano.
“A química desempenha papel fundamental tanto entre as ciências da natureza quanto em nosso dia a dia”, diz Zucco. “Sem ela, algumas conquistas espetaculares nunca teriam acontecido, como os avanços no tratamento de doenças, a exploração espacial e as maravilhas da tecnologia.”Já estão programadas atividades e projetos para todo o ano. “Serão 365 dias de química que, no final, vão resultar no perfil da química brasileira”, afirma Claudia Rezende, coordenadora do AIQ no Brasil e professora do Instituto de Química da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).
Química na rede
Para divulgar o evento, foi criado um portal na internet que reúne diversos materiais para o público interessado em química, como entrevistas com pesquisadores e uma seção chamada Molécula do Dia, que traz informações curiosas sobre as mais variadas substâncias químicas.
O portal também traz conteúdo produzido especialmente para alunos e professores. Há uma seção destinada à divulgação de projetos de ciências submetidos por escolas e está disponível gratuitamente o livro virtual A Química perto de você, um guia de experimentos de baixo custo para alunos dos ensinos fundamental e médio.
A SBQ criou ainda uma página direcionada a crianças, o QuiD+, que conta com jogos educativos, curiosidades sobre ciências e notícias sobre as novidades da química em linguagem jovem.
Atividades, exposições e concursos
Um dos temas de discussão do AIQ é a água. Por isso, a Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco) lançou o Experimento Global da Água, projeto que vai distribuir kits de medição de Ph, salinidade e pureza da água entre diversas escolas e instituições de divulgação da ciência do planeta, inclusive do Brasil.
A ideia é que os estudantes meçam a qualidade da água das cidades onde moram e reportem os resultados à Unesco. Alunos dos ensinos fundamental e médio que fazem parte do Programa ReAção e do Projeto Crescer, ambos da empresa química Basf, foram os primeiros a receber o kit e já iniciaram a pesquisa.
“É um projeto sensacional, provavelmente o maior experimento químico coletivo já feito”, comenta Rezende.Para divulgar a química ainda estão previstas diversas outras atividades. A partir de abril, o Museu da Vida da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), no Rio de Janeiro, vai abrigar a exposição Química no Cotidiano. A mostra reúne 20 painéis que contam a história e a importância da química nas áreas de energia, materiais, alimentos e saúde.
Também já está aberto o concurso A química através da câmera, que receberá fotos e vídeos de até um minuto que retratem substâncias, elementos e fenômenos químicos do cotidiano. Podem participar jovens de 14 a 25 anos e as inscrições vão até o dia 1º de agosto. Os vencedores ganharão viagens para conhecer os melhores centros de divulgação científica do Brasil.
Sofia Moutinho
Ciência Hoje On-line
sábado, 19 de março de 2011
Química Nova na Escola
Profa. Alcione Torres
sexta-feira, 18 de março de 2011
Incentivo a leitura
Com isso tive uma ideia: Poderíamos estar fazendo um projeto de leitura no nosso curso, seria da seguinte forma: para haver incentivo de leitura levaríamos para a sala de aula artigos, reportagens, poemas, mensagens, emfim o que despertasse o seu interesse em ler, pode ser ou não relacionado ao curso, e daí o aluno estaria dividindo esse conhecimento com a turma. Com isso estaria incentivando a leitura e acabando um pouco com a timidez (pra quem tem!).
É claro que isso seria de forma organizada, para não ocupar muito tempo da aula, selecionando 1 ou duas pessoas por aula, e isso também só será possível com a autorização e a aprovação da Profª Alcione Torres.
Acho que seria muito bom para nós " Futuros Químicos de sucesso"
Bjooos! :)
*Juscelia Pereira*

